Quando e como se aprende a andar de transporte público?

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Mão da mão segurando a mão da filha

 

 

 

 

 

Como um usuário do transporte público conhece o Sistema(rodoviários, itinerários, horários do transporte público…) de tanto que utiliza(uso diário) e por quanto tempo(horas de seu dia). Sendo assim, geralmente, das 11h às 14h, devido `a saída e entrada de estudantes nas escolas, o transporte público circula com passageiros acima de sua capacidade normal.

Em um dia desses, às 13h, não foi diferente. Estando já há um tempo dentro do ônibus, consegui uma cadeira para sentar em alguma altura da minha viagem apertada (pela hiperlotação), mas, sentada, já me sentia privilegiada.

A viagem segue e o ônibus entra em mais um terminal rodoviário, e em vez de pessoas desembarcarem, sobem mais. E nessa hora começo a ouvir um diálogo entre uma mãe e sua filhinha, que aparenta ter uns 10 anos.

A mãe diz: – filha encosta bem perto dessa cadeira (onde estou sentada). E ela continua a falar com a filha: – Não se preocupe (seria com a hiperlotação?). E completa as recomendações com uma ordem: – Segure bem a minha mão, pois eu estou te segurando.

Essa mãe iria “espremida” segurando somente com um braço num ferro do ônibus e com a outra mão segurava a sua menina que também iria “espremida” entre bolsas e pessoas, pois ela era baixa e pequena.

Sobre o diálogo entre a mãe e a filha, eu fiquei pensando: quando ela diz “segura a minha mão” e ” eu estou te segurando” seria para que a criança não ficasse assustada? O gesto dessa mãe significa também “ninguém largar a mão de ninguém” até mesmo quando todos estão espremidos, sem lugar para segurar e se sentirem firmes, mas ainda assim cuidarem da segurança uns dos outros?

Lembrei-me de toda a minha fase da primeira infância e de como a minha mãe teve que ter sabedoria para me ensinar “quando e como se aprende a andar de transporte público” e ainda ser grata por poder “pagar” e gozar do Direito de ir e vir com a única opção de transporte público no estado do Espírito Santo – ES, o ônibus.

Danielle Laudino

Amor a fotografia.

MIRROR

Il mondo è colore, musica e suoni. La fotografa Danielle Laudino ci fa conoscere attaverso le sue foto il suo panorama interno.

  • Qual è il tuo rapporto con la fotografia?

La fotografia per me è semplificare un tema complesso in un clic, non per essere superficiale o mitigare, ma causare una riflessione profona a partire dall’oggetto fotografato. Attirare per la prondità della comprensione che si propone con la foto.

  •  Cosa vorresti trasmettere alle persone quando guardano le tue foto?

Prima io conoscevo questi luoghi delle foto per averne sentito parlare e per mezzo di parole stigmatizate. Per questo, sono stata in questi posti per vedere e conoscere con i miei punti di vista. Non è che sia la migliore versione, ne l’unica, ma è per far si che gli altri vedano con occhi differenti, una visione che mette a fuoco ma che  non limita.

Per esempio: il mio modo di parlare…

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Ensinamentos de Sun Tzu, no livro A arte da Guerra, se aplica a atual crise

 

Em tempos em que ouvimos a palavra “crise” em todas as áreas, como política e econômica, devemos está atentos para aproveitarmos as possibilidades criadas por uma crise.

Segundo o livro “O poder do hábito”, os bons líderes aproveitam crises para reformular hábitos organizacionais, pois não se deve desperdiçar uma crise séria. A crise oferece oportunidades de fazermos coisas que não era possível fazer antes e isso acontece porque no rastro deixado por uma catástrofe, até financeira, podemos enxergar oportunidades.

Em tempos de crise o Chef de cozinha Peter Laudino se apega a frase que tem como uma “máxima”: “em tempos de crise vá para a biblioteca a exemplo da Alemanha”. Ele diz que ouviu essa frase nas aulas de História do professor de cursinho pré-vestibular, Tio Chico. Assim, ele acredita que a solução não vai vir de outro caminho senão conhecer a sua história, avaliar, identificar as situações e definir estratégias para superar os problemas.

Mas, o que podemos encontrar nas bibliotecas, físicas e virtuais, sobre gestão em tempos de crise?

 

Uma boa sugestão é o livro A Arte da Guerra que nada mais é do que um manual de estratégias militares que pode ser aplicado ambiente de trabalho, nos negócios e vida pessoal.

Sun Tzu

O idealizador

Em tempos de guerra na China muitos filósofos que faziam parte da categoria pensante da época ficavam também à frente dos exércitos. Sun foi um deles.

Pertencia à aristocracia militar chinesa e prestava seus serviços como general ao rei Hu Lu do estado de Wu. O registro histórico da província de Lu, afirma que Sun tenha nascido em 544ª.c, sido general a partir de 512ª.c e falecido em 496ª.c., e província natal seria Wu.

A obra

Em 13 capítulos mostra a base de planejamento e táticas militares e que foi escrito verticalmente em tiras de bambu por volta de 500 a.c.

Embora as táticas tenham mudado desde a época de Sun Tzu, esse tratado teria influenciado, estrategistas modernos em tomadas de decisões. O idealizador dos 13 ensinamentos inspirou e inspira até hoje milhões de pessoas que encontram na aplicabilidade de seus ensinamentos uma forma de agir e pensar melhor em seu meio social.

Qualquer pessoa pode ler e aplicar os ensinamentos do “A arte da guerra” a sua vida pessoal e em seu ambiente de trabalho. Pois, hoje o livro parece destinado a outra guerra: a das empresas no mundo dos negócios. Logo o livro migrou das estantes do estrategista para os do economista e do administrador.

Vamos conhecer os 13 ensinamentos contidos no livro “A arte da Guerra” e sua aplicabilidade em nossa vida.

Primeiro ensinamento

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São cinco os elementos estratégicos:

Caminho – orientar; no campo profissional as atividades se tornam muito mais fácies quando roteriza e, assim, as realiza com muito mais segurança e determinação.

Tempo – pois as épocas econômicas, politicas interfere;

O tempo que Sun Tzu se refere pode ser comparado com as épocas de economia aquecida num país, quando as vendas disparam em datas comemorativas. O empresário, por exemplo, tem que avaliar o mercado para potencializar sua produtividade pelas vendas.

Terreno – conhecer o espaço de atuação articulações;

A ideia de terreno pode ser pensada quando percebemos no quanto algumas empresas investem em campanhas e propagandas inovadoras em épocas especificas do ano, mais do que em outras. Se o negociador possui uma empresa com derivados do chocolate, qual será o melhor “terreno” para colocar sua equipe para trabalhar mais? No natal, dia das crianças ou páscoa? As condições do meio (a procura por esses produtos) são determinantes para as ações da empresa.

Liderança – o líder precisa conter sabedoria, disciplina e sinceridade;

Para que as ações de obediência e lealdade prevaleçam em várias corporações atualmente, os princípios de liderança, muitas vezes, continuam os mesmos, ainda que os nomes se modifiquem com o passar do tempo.

Regras – princípios básicos traçados pelo líder para conquistar o objetivo final.

Dar orientações, conhecer os valores, saber as normas e regras da instituição, da empresa e do trabalho dá segurança para se executar bem uma atividade, acompanhar e avaliar um processo de trabalho.

 “Esses cinco fatores constantes devem ser familiares a cada general. Aquele que os conhece, vence; aquele que não os conhece, é derrotado.” Sun Tzu – A Arte da Guerra.

Segundo ensinamento

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O inicio do combate. Sun nos orienta que, mesmo em um cenário de combate em que se está ganhando, é preciso mudar. 2- A velocidade é importante. Os objetivos têm necessariamente prazos, estabeleça-os e os cumpra, aconselha. Pois, para Sun Tzu não existe guerra longa que seja inteligente ou benéfica. 3- A vitória para todos. Uma conquista deve ser compartilhada entre todos para que percebam que sua luta tem uma importância para o grupo.

Terceiro ensinamento

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É importante conhecer a concorrência, tome inciativa e domine a situação. Para Sun Tzu o futuro vencedor será aquele que: sabe quando lutar e quando não lutar; sabe discernir quando utilizar muitas ou poucas tropas; sabe quem tem tropas superiores com igual motivação; sabe que se deve estar preparado para atacar o inimigo desprevenido; e tem generais capazes que não sejam limitados por burocratas.

Quarto ensinamento

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Para um guerreiro chinês quando há poucos recursos ou forças, é hora de manutenção de um exército; quando há muitas possibilidades, é um bom momento para atacar.

“A defesa é para tempos de escassez, o ataque para tempos de abundância.” Sun Tzu, A Arte da Guerra.

Quinto ensinamento

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Sun Tzu estabelece a necessidade de uma formação da equipe e de sinais que ela possa cumprir sem ter que viver em um clima de tensão e insegurança.

As ferramentas importantes são: habilidades individuais, saber coordenar equipe e motivar a equipe.

“Governar sobre muitos é o mesmo que sobre poucos: é uma questão de organização.” Sun Tzu, A Arte da Guerra.

Sexto ensinamento

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Para o guerreiro chinês, o inimigo não deve saber onde você está, mas, quando atraído, deve ser incomodado e atacado principalmente quando não há defesa.

Terá êxito o que tiver uma rede de serviços ativada, como a network e optar por fusões que hoje é mais interessante. Pois assim, soma ao invés de dividir forças. Quando você conhece as suas fragilidades e busca parcerias que as supre se torna forte, igualmente ou mais, a concorrência.

“O bom guerreiro atrai o inimigo para si e nunca inicia combate.” Sun Tzu, A Arte da Guerra.

Sétimo ensinamento

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O líder precisa ter a habilidade de transformar qualquer desvantagem em vantagem para o seu lado.

O líder precisa saber manobrar estrategicamente a sua tropa: com estratégias preciosas, tendo um público fiel; comunicando se bem; sendo um líder inteligente e tendo uma equipe preparada.

“A Lei das manobras consiste em dominar as distancias e transformar os problemas em vantagens.” Sun Tzu, A Arte da Guerra.

Oitavo ensinamento

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Regras que um líder deve seguir na hora de aplicar suas estratégias: não acampe em terreno baixo – inseguro; seja diplomático na fronteira – alianças; não fique em terra ruim; em terra inóspita, planeje; em campo de morte, lute; algumas vias não devem ser percorridas; alguns exércitos não devem ser atacados; algumas cidades não devem ser sitiadas; alguns terrenos não devem ser disputados;

Um líder precisa ter as qualidades: de guardar segredo, a dissimulação, a astucia e o fator surpresa.

O líder deve evitar cinco defeitos básicos: a precipitação, a hesitação, a irritabilidade, a preocupação com as aparências e a excessiva disposição de atender aos desejos de outrem para agradar.

Para vencer, deve conhecer perfeitamente a terra (a geografia, o terreno) e os homens (tanto a si mesmo quanto o inimigo).

 “Os que conhecem as Leis da Guerra não se perdem nem se gastam. Suas possibilidades são ilimitadas”. Sun Tzu, A Arte da Guerra.

Nono ensinamento

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Sun Tzu destaca a importância dos líderes estarem atentos às movimentações de seus concorrentes e de como eles devem ser firmes com relação à aplicação de suas ordens e estratégias.

Mas, de igual forma também deve observar a movimentação com melhor posição; observar e levar em consideração as posições naturais, que se refere a quem é e/ou quem tem na sua equipe, pois conhecer e poder contar com as habilidades gera uma força natural; precisa ser um líder humanista, que se preocupa com sua equipe e tenha como meta fazer o público feliz com os resultados positivos das atividades que se propõem.

Décimo ensinamento

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O autor nos mostra que, dependendo do terreno a se aventurar, nem sempre o ataque é o movimento correto a ser feito e que, muitas vezes, recuar é uma ótima estratégia para evitar o fracasso.

Necessita fazer uma leitura do contexto. Conhecer o campo de ação é fundamental na hora de conquistar o sucesso.

Pois há terrenos acessíveis, os difíceis de serem abandonados, desvantajosos, estreitos, pequenos, ruins, distantes.

Décimo primeiro ensinamento

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Para Sun Tzu, um campo de batalha pode ser classificado em nove tipos de terrenos. Identificar esses terrenos e entender ajuda a você a fazer o melhor uso possível das posições. Ao conhecer os mais diversos tipos de mercado, você estará apto a detectar qual a melhor posição que pode ter, como atacar e quais são as vantagens e desvantagens de agir naquele determinado campo.

O bom líder sabe estudar as áreas de atuação e administrar estratégias. Nesse ensinamento, o Sun Tzu vai aprofundar mais um pouco o tema da lição anterior: os terrenos. Ele destaca os nove tipos de campos de batalha e trata a relação da tropa com cada um deles. O autor aborda como deve ser o ataque de uma empresa e os pontos-chave para torna-lo mais eficiente possível.

“Um general deve ser silencioso, sereno, inescrutável e imparcial.” Sun Tzu, A Arte da Guerra.

O controle da localização do campo de batalha resulta no controle das ações ofensivas e defensivas.

As empresas que estão crescendo mesmo com o cenário desfavorável possuem três aspectos fundamentais para o seu sucesso: eles têm o foco no cliente; faz campanhas para atrair e analisar candidatos e assim selecionar bons funcionários e investem em treinamentos permanentes para que a sua equipe aperfeiçoe ainda mais.

Outras características fundamentais que essas empresas apresentam são: são capazes de ler o mercado e investir somente nas áreas que sabem que o sucesso é garantido; evitam o evitável procurando assim ter o mínimo de imperfeições; todos envolvidos nas atividades da empresa devem entender as expectativas quanto ao desempenho, com metas e recompensas possíveis; estabelecem metas altas fazendo planos para ir além do objetivo.

Décimo segundo ensinamento

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Promover ataques contra os seus adversários para conseguir sobreviver é um dos aspectos fundamentais do campo mercadológico.

Parece cruel, mas quando um novo estudo científico é apresentado a sociedade as empresas que desenvolvem atividades relacionadas às descobertas vão se apoderar daquele conhecimento para apresentar o seu produto com muito bom ou vai dizer que o produto do concorrente causa males a saúde, ao meio ambiente usando também a informação daquele estudo científico.

Assim, monta se estratégicas e táticas específicas para cada situação, visando um ataque efetivo que trará vantagens para sua empresa e que criará a fidelização de sua clientela. A ideia desses ataques é fazer com que seu adversário fique em desvantagens.

Sun Tzu destaca o ataque que utiliza fogo como principal arma de combate. A utilização dessa arma é empregada por seu incrível poder de destruição. O fogo destrói tudo que toca. O fogo não visa apenas ao dano imediato, mas também ações de longo prazo. O líder tem que ver além, não ao que está apenas diante de seus olhos.

Décimo terceiro ensinamento

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A coleta, a organização, a filtragem e a disseminação de informações podem ajudar no seu negócio e são aspectos relevantes para o sucesso. É preciso ter dados, mas saber trabalhar com os que sejam úteis é muito importante.  Porque o líder precisa ser inteligente para reunir informações e dominar processos.

Os princípios fundamentais da estratégia são os mesmos para todos os profissionais, de todos os tempos e em todas as situações. Só as táticas mudam – e as táticas são modificadas de acordo com o tempo.

Bom líder é humanista, estrategista, inteligente, sábio, esperto, respeitado e respeitador, analítico, prático, está preparado, é um autoconhecedor e está sempre bem consigo mesmo.

As principais ideias, de acordo com Sun Tzu, é a importância de um bom líder saber analisar o campo mercadológico, conhecer a si próprio e também aos seus adversários para fazer-se capaz de aplicar os mais diferentes tipos de estratégias conforme cada nova situação que surgir.

O planejamento é fundamental para o sucesso.

“(…) benéfico é evitar agir agressivamente; é suficiente consolidar o teu poder, avaliar os adversários e conquistar o povo, isto é tudo.” Sunt Tzu, A Arte da Guerra.

“Um governante esclarecido e um general sábio são vencedores porque suas ações se baseiam em sua evidencia”.  Sun Tzu, A Arte da Guerra.

“Se você conhecer o inimigo e a si mesmo, não precisa temer o resultado de uma centena de batalhas”. Sun Tzu, A Arte da Guerra.

“A guerra é uma questão de importância vital para o Estado; uma questão de vida e morte, a estrada que tanto pode levar à sobrevivência quanto à ruína. Portanto é imperativo que ela seja cuidadosamente estudada.” Sun Tzu, A Arte da Guerra.

E quanto a está em constante busca de informação e ter competência em usa-las o estrategista diz que: “Toda guerra deve ser feita pelo intelecto”, pois mais vale a inteligente do que ser forte mais do que o inimigo.

Para Sun Tzu:

[…] O contexto político é mais importante do que o militar. Como sempre foi, pois guerra é um meio para um fim. Para atingir um objetivo. Seja expansão geográfica, riquezas.

Nesse post falamos dos treze ensinamentos do idealizador Sun Tzu que, diante do cenário de conflitos na China, escreve para orientar um líder a vencer disputas com sabedoria, estratégia e firmeza. Mesmo para os dias de hoje, são ensinamentos que podem ser apropriados por você para obter sucesso na carreira, nos planos e coma equipe que lidera. Então, prepara-se para o combate, domine estratégias, analise o terreno, faça manobras e ataque para alcançar seus objetivos. Você verá como vai valer a pena para a sua empresa e para a sua vida pessoal.

Faça com que aquele projeto que está no papel se torne um sucesso na prática!

Referencias

Livros

A Arte da Guerra. Sun Tzu, Edição 3ª, Editora Madras.

O Poder do Hábito. Porque Fazemos O Que Fazemos Na Vida e Nos Negócios. Charles Duhigg, Edição  1, Editora Objetiva – 2012

 

Revista

A arte da Guerra. Os ensinamentos de Sun Tzu para se dar bem na profissão. Clássicos em Revista, Ano 1, Nº. 1, Editora Alto Astral – 2015

 

Frases inspiradoras da obra

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O OFÍCIO DO ASSISTENTE SOCIAL

A palavra ofício, dependendo do contexto que é empregada, tem vários significados.

Mas, o que estamos nos referindo é o Ofício que significa ocupação, emprego, função. Uma atividade ligada a determinada profissão.

Qual é o OFICIO DO ASSISTENTE SOCIAL?

Quem são e o que fazem? Onde trabalham? Porque podem ser importantes fontes de informação para a imprensa? Neste post você encontra as respostas para estas e outras perguntas sobre essa categoria profissional, que orienta a população em relação a seus direitos, para que a cidadãos e cidadãs tenham uma vida digna e justa.

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São profissionais que cursaram uma faculdade de Serviço Social (reconhecida pelo Ministério da Educação) e possuem registro no Conselho Regional de Serviço Social (CRESS) do estado em que trabalham. A profissão é regida pela Lei Federal 8.662/1993, que estabelece suas competências e atribuições.

o q fazem

Analisam, elaboram, coordenam e executam planos, programas e projetos para viabilizar os direitos da população e seu acesso às políticas sociais, como a saúde, a educação, a previdência social, a habitação, a assistência social e a cultura. Analisam as condições de vida da população e orientam as pessoas ou grupos sobre como ter informações, acessar direitos e serviços para atender às suas necessidades sociais.

Assistentes sociais elaboram também laudos, pareceres e estudos sociais e realizam avaliações, analisando documentos e estudos técnicos e coletando dados e pesquisas. Além disso, trabalham no planejamento, organização e administração dos programas e benefícios sociais fornecidos pelo governo, bem como na assessoria de órgãos públicos, privados, organizações não governamentais (ONG) e movimentos sociais. Assistentes sociais podem ainda trabalhar como docentes nas faculdades e universidades que oferecem o curso de Serviço Social. As competências e atribuições privativas dessa categoria profissional estão previstas nos artigos 4º e 5º da Lei 8.662/1993.

2.

Em instituições públicas e privadas.

Você pode encontrar assistentes sociais trabalhando em ministérios, autarquias, prefeituras, governos estaduais, em empresas privadas, hospitais, escolas, creches, unidades de saúde, centros de convivência, movimentos sociais em defesa dos direitos da mulher, da classe trabalhadora, da pessoa idosa, de crianças e adolescentes, de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT), negros e negras, de indígenas, em organizações não governamentais, em universidades públicas e privadas e em institutos técnicos.

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Assistentes sociais podem trabalhar junto a outras categorias: profissionais da psicologia, da educação, da enfermagem, do direito, dentre outras. Cabe destacar que, durante o atendimento individual, assistentes sociais devem garantir sigilo à pessoa que é atendida.

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Não. Entretanto, como o Brasil é um país com alto índice de desigualdade social, assistentes sociais no país, em sua maior parte, têm seu trabalho voltado para a população em situação de pobreza ou com ausência de renda. Trabalham também com pessoas que têm seus direitos violados ou que estão em situação de vulnerabilidade social.

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As principais entidades do serviço social brasileiro são: o Conselho Federal de Serviço Social (CFESS), os Conselhos Regionais de Serviço Social (CRESS), a Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social (ABEPSS) e a Executiva Nacional de Estudantes de Serviço Social (ENESSO). Cabe ao CFESS, na qualidade de autarquia pública normativa de grau superior, a atribuição de orientar, disciplinar, normatizar, fiscalizar e defender o exercício da profissão, em conjunto com os CRESS. Estes, por sua vez, são órgãos executivos de primeira instância e possuem a competência de orientar a categoria, fiscalizar, disciplinar e defender o exercício profissional, com objetivo principal de garantir a qualidade dos serviços prestados, de modo a preservar os direitos da população atendida e assegurar as competências e atribuições profissionais.

Os Conselhos Regionais e suas Seccionais atuam em todos os estados brasileiros, em conjunto com o CFESS.

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Serviço social: é a profissão de nível superior regulamentada pela Lei 8.662/1993.

Assistente social: profissional com graduação em Serviço Social (em curso reconhecido pelo MEC) e registro no Conselho Regional de Serviço Social (CRESS) do estado em que trabalha.

Assistência social: política pública prevista na Constituição Federal e direito de cidadãos e cidadãs, assim como a saúde, a educação, a previdência social etc. É regulamentada pela Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS), constituindo-se como uma das áreas de trabalho de assistentes sociais.

Assistencialismo: forma de oferta de um serviço por meio de uma doação, favor, boa vontade ou interesse de alguém e não como um direito.

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O Brasil tem hoje aproximadamente 120 mil profissionais com registro nos 25 Conselhos Regionais de Serviço Social (CRESS) e 2 Seccionais de Base Estadual. É o segundo país no mundo em quantitativo de assistentes sociais, ficando atrás apenas dos Estados Unidos.

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De acordo com a pesquisa “Assistentes Sociais no Brasil”, realizada em 2005 pelo CFESS, a profissão é composta majoritariamente por mulheres (pouco mais de 90%).O Brasil tem hoje aproximadamente 120 mil profissionais com registro nos 25 Conselhos Regionais de Serviço Social (CRESS) e 2 Seccionais de Base Estadual. É o segundo país no mundo em quantitativo de assistentes sociais, ficando atrás apenas dos Estados Unidos.

O estudo confirma a tendência de inserção do serviço social em instituições de natureza pública, com quase 80% da categoria ativa trabalhando nessa esfera. A saúde, a assistência social e a previdência social são as áreas que mais empregam profissionais. De acordo com dados do Salariômetro, do Governo de São Paulo, e da Fundação Getúlio Vargas (FGV), a média salarial da categoria é de R$2.000,00, embora existam projetos de lei na Câmara dos Deputados reividicando um piso em torno de R$4.000,00.

A jornada semanal de trabalho da assistente social deve ser de, no máximo, 30 horas, de acordo com a Lei 8.662/1993.

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Além da Lei 8.662/1993, assistentes sociais possuem o Código de Ética Profissional, as Normativas expedidas pelo CFESS, as legislações sociais (como os estatutos do Idoso e da Criança e do Adolescente e a Lei Orgânica da Assistência Social) e as diretrizes curriculares da Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social (ABEPSS) para os cursos de graduação da área.

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Por ser tratar de profissionais que estudam a realidade social brasileira e trabalham, em sua maioria, diretamente com a população, assistentes sociais podem ser importantes fontes de informação, inclusive para a imprensa. Em situações de violação de direitos humanos, retratadas diariamente pela mídia, é comum encontrarmos análises de profissionais do direito, da psicologia e de outras categorias. Entretanto, o olhar para a questão social nem sempre é levado em conta. Assistente sociais, em seu trabalho cotidiano, ficam face a face com os problemas sociais. Por isso, podem analisar situações noticiadas pela imprensa diariamente.

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Os símbolos do Serviço Social, embora utilizados até os dias atuais, têm inspiração em um projeto profissional que foi superado historicamente. A direção social atualmente hegemônica não se inspira em valores religiosos ou morais, reconhecendo que o objeto de atuação do Serviço Social são as múltiplas expressões da “questão social”, tão evidentes na sociedade capitalista.Por ser tratar de profissionais que estudam a realidade social brasileira e trabalham, em sua maioria, diretamente com a população, assistentes sociais podem ser importantes fontes de informação, inclusive para a imprensa. Em situações de violação de direitos humanos, retratadas diariamente pela mídia, é comum encontrarmos análises de profissionais do direito, da psicologia e de outras categorias. Entretanto, o olhar para a questão social nem sempre é levado em conta. Assistente sociais, em seu trabalho cotidiano, ficam face a face com os problemas sociais. Por isso, podem analisar situações noticiadas pela imprensa diariamente.

Este conteúdo dos símbolos profissionais, conectados, portanto, a outro modelo de profissão, vem sendo debatido por vários CRESS. Desta forma, muitos começam a adotar logotipos próprios, mais próximos à visão hegemônica, hoje, do Serviço Social.

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Mas, os símbolos representam vários segmentos, e um deles são as profissões. Esses símbolos podem demostrar conteúdos e fundamentos básicos, representando aquilo que o profissional deve seguir na sua carreira profissional.

No serviço social, considerando as origens, um símbolo heráldico, reconhecido como referencial da profissão, composto e integrado, temos os seguintes significados:

Uma tocha: A tocha representa a elevação, a altivez, o calor humano, e a aprovação para o crescimento.

Uma balança: A balança significa o equilíbrio, ponderação, respeito e sublimidade.

Estrela: A estrela de Davi significa luz, guia, orientação e caminho.

O círculo: o circulo em volta significa o infinito, o transcendental, a perfeição, ou a busca delas que o profissional de assistência social deve sempre buscar e aperfeiçoar em suas atividades.

Cor símbolo: A cor símbolo é o roxo-violeta da pedra ametista, ao qual representa o anel episcopal da igreja católica, que por meio da Juventude Universitária Católica (JUC) implantou o serviço social no país. Representa a maturidade, a retidão de carácter, a prudência, a sabedoria, a bondade, senso de justiça, a compreensão, e segurança de princípios.

Todos os símbolos do Serviço Social em conjunto representando a profissão significam os desdobramentos específicos da intervenção nas múltiplas situações humano-sociais. Comunicam luz, calor, respeito, equilíbrio e justiça.  A cor do Serviço Social é o Verde.

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Entre em contato com o Conselho Regional de Serviço Social (CRESS) de seu estado ou visite o site www.cfess.org.br

REFERENCIAS

Sites

Conselho Regional de Serviço Social (CRESS) – ES http://www.cress-es.org.br/site

Conselho Federal de Serviço Social – www.cfess.org.br

http://www.portaleducacao.com.br/educacao/artigos/50539/servico-social-significados-e-simbolos

Fôlder

“Assistentes sociais: um guia básico para conhecer um pouco mais sobre esta categoria profissional”. Conselho Federal de Serviço Social – www.cfess.org.br

 

O QUE SÃO POLÍTICAS PÚBLICAS?

A definição do que sejam políticas públicas ainda é um campo em discussão, mas o primeiro passo é a compreensão sobre o tema.

Diferentes autores/as ressaltam o crescimento desta área de conhecimento e têm produzido teorias.

Numa revisão da literatura sobre políticas públicas a cientista política Celina Souza afirma que como área de conhecimento, as políticas públicas surgiram nos EUA, inventando uma nova forma de estudos que focalizavam as produções dos governos sem o vínculo com as ações dos Estados:

“[…] na Europa, a área de política pública vai surgir como um desdobramento dos trabalhos baseados em teorias explicativas sobre o papel do Estado e de uma das mais importantes instituições do Estado – o governo, produtor por excelência, de políticas públicas. Nos EUA, ao contrário, a área surge no mundo acadêmico sem estabelecer relações com as bases teóricas sobre o papel do Estado, passando direto para a ênfase nos estudos sobre a ação dos governos” (Souza, 2006: 22).

Estados e Governos são sinônimos?

Quando tratamos de Estado, nos referimos às unidades políticas (municípios, estados, nações), que se apresentam sob a forma de repúblicas e/ou democracias e dizem respeito ao modo como o poder é exercido e quem exerce o poder. Já governo pode ser entendido, como a organização, que é a autoridade administrativa ou gestora de uma unidade política. Assim sendo, governo não se confunde com Estado.

O Estado pode ser alterado por golpes e revoluções que transformam democracias em ditaduras, ditaduras em democracias, monarquias em repúblicas ou por novas constituições. Já os governos, podem ser alterados a cada nova eleição ou por meio de impeachment, como ocorreu no Brasil na gestão do presidente Fernando Collor de Mello.

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Da mesma forma que Estado e governo, políticas de Estado e políticas de governo se distinguem, correspondem a diferentes esferas de poder.

Paulo Roberto de Almeida nos oferece a seguinte definição:

Políticas de governo são aquelas que o Executivo decide num processo bem mais elementar de formulação e implementação de determinadas medidas, para responder às demandas colocadas na própria agenda política interna – pela dinâmica econômica ou política parlamentar ou vindos de fora, como resultado de eventos internacionais com impacto doméstico.

Políticas de Estado, por sua vez, são aquelas que envolvem as burocracias de mais de uma agência do Estado, justamente, e acabam passando pelo Parlamento ou por instâncias diversas de discussão, depois que sua tramitação dentro de uma esfera (ou mais de uma) da máquina do Estado envolveu estudos técnicos, simulações, análises de impacto horizontal e vertical, efeitos econômicos ou orçamentários, quando não um cálculo de custo-benefício levando em conta a trajetória completa da política que se pretende implementar.

Nenhum Estado, nem governo se constituem sem a atuação da sociedade civil. Segundo a seguinte definição: “Sociedade civil se refere à arena de ações coletivas voluntárias em torno de interesses, propósitos e valores. Na teoria, suas formas institucionais são distintas daquelas do Estado, família e mercado, embora na prática, as fronteiras entre Estado, sociedade civil, família e mercado sejam freqüentemente complexas, indistintas e negociadas.

Sociedades civis são freqüentemente povoadas por organizações como instituições de caridade, organizações não-governamentais de desenvolvimento, grupos comunitários, organizações femininas, organizações religiosas, associações profissionais, sindicatos, grupos de auto-ajuda, movimentos sociais, associações comerciais, coalizões e grupos de advocacy.

                                                                                                                                         adv3

É da sociedade civil que emergem as demandas para que os governos efetivem com medidas concretas, os postulados muitas vezes genéricos afirmados pelos Estados Democráticos de Direito. Cabe destacar a atuação dos/as pesquisadores/as, sujeitos que têm contribuído para a qualificação das políticas públicas. São economistas, matemáticos/as, analistas de sistemas, engenheiros/as, sociólogos/as, antropólogos/as, psicólogos/as, profissionais da área da saúde, pedagogos/as, educadores/as e de outras áreas que ao pesquisar as políticas públicas conferem-lhe um caráter interdisciplinar.

De modo geral, política pública pode ser definida como tudo aquilo que o governo (municipal, estadual ou federal) faz no que diz respeito às leis, medidas reguladoras, decisões e ações.

Por isso, Souza afirma que as políticas públicas podem ser pensadas como: “o campo do conhecimento que busca, ao mesmo tempo, ‘colocar o governo em ação’ e/ ou analisar essa ação (variável independente) e, quando necessário, propor mudanças no rumo ou curso dessas ações (variável dependente). A formulação de políticas públicas constitui-se no estágio em que os governos democráticos traduzem seus propósitos e plataformas eleitorais em programas e ações que produzirão resultados ou mudanças no mundo real” (Souza, 2006: 26).

A autora aponta também que no campo específico da política pública foram desenvolvidos alguns modelos explicativos com o intuito de entender o processo de formulação de políticas públicas. Destaca-se o modelo de Theodor Lowi, considerada a tipologia mais conhecida, segundo a qual as políticas públicas são divididas em quatro tipos:

1) Políticas distributivas, com relação aos recursos limitados e que têm efeitos mais individuais que gerais;

2) Políticas regulatórias, mais visíveis, envolvendo a burocracia e os grupos de interesses;                                               bur3

3) Políticas redistributivas, que atingem maior número de pessoas e impõe perdas a alguns, sendo de mais difícil aprovação e;

4) Políticas constitutivas, que tratam de procedimentos (Souza, 2006:28).

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Segundo a autora, o que importa considerar em todos os modelos é que a política pública “permite distinguir entre o que o governo pretende fazer e o que, de fato, faz; envolve vários atores e níveis de decisão, embora seja materializada através dos governos, e não necessariamente se restringe a participantes formais, já que os informais são também importantes; é abrangente e não se limita a leis e regras; é uma ação intencional, com objetivos a serem alcançados; a política pública, embora tenha impactos no curto prazo, é uma política de longo prazo; envolve processos subseqüentes após sua decisão e proposição, ou seja, implica também implementação, execução e avaliação” (Souza, 2006, 36-37).

O foco analítico principal da política pública se encontra no tipo de problema que a política visa corrigir, de modo que seja possível a identificação do problema e avaliação da forma de chegada desse problema ao sistema político (politics), à sociedade política (polity) e às instituições-regras que irão modelar a decisão e a implementação da política pública. O percurso da identificação do problema até a decisão de implementar uma certa política pública, conta, quase sempre, com a ação da sociedade civil, que também tem responsabilidade na regulação e avaliação dos resultados da política por meio da construção de instrumentos de accountability.

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Isto é, a sociedade civil tem como ação primordial, apontar os problemas a serem enfrentados, propor e colaborar na formulação das políticas mais adequadas para saná-los e, ainda, fazer o controle social da execução destas políticas por meio dos espaços de democracia participativa, como os conselhos, audiências públicas etc. É fundamental, em uma política pública, pensarmos em quem ganha o que, por que e que diferença faz. Isso nos remete diretamente ao coração da formulação das políticas públicas e às relações entre sociedade e governo para a definição das ações que serão tomadas.

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REFERENCIA

Gestão de Políticas Públicas em Gênero e Raça | GPP – GeR: módulo I / Orgs. Maria Luiza Heilborn, Leila Araújo, Andreia Barreto. – Rio de Janeiro : CEPESC; Brasília : Secretaria de Políticas para as Mulheres, 2010.

VOCÊ SABE A DIFERENÇA ENTRE AÇÃO SOCIAL E ASSISTÊNCIA SOCIAL?

Você já ouviu algumas pessoas dizerem que participaram de uma ação social na comunidade, na igreja, na escola e/ou no trabalho?

O viés que me faz pensar no tema que proponho é minha trajetória, de quase uma década trabalhando como Assistente Social na Proteção Social Básica do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), e as minhas continuas pesquisas.

 

Conceitualizando

 O que é?

A Ação social na sociologia, refere-se a qualquer movimento que leve tanto o fazer quanto o reagir dos indivíduos fazendo-os refletir e modificando–os a partir desses eventos.

O termo “ação social” foi introduzido por Max Weber, em sua obra: Economia e Sociedade.

Ex: Podemos classificar ação como sendo comunitárias e associativas. O ministério de ação social em uma igreja visa atender as necessidades humanas com a oferta de uma série de serviços comunitários nos arredores de onde está sediada. Serviços e atividades como atividades lúdicas, gincanas, doação de brinquedos e livros, aferição de pressão arterial, entre outros.

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E a Ação socioassistencial compreende-se como ação, os programas, projetos, serviços e concessão de benefícios da Assistência social. (BRASIL. LOAS, 2003)

Ex: O Programa da proteção social básica teve uma integração das ações entre o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) e o Programa Mais Educação (PME), de forma a desenvolverem ações articuladas visando possibilitar que os usuários tenham oportunidade de participar das atividades de forma complementar. Tendo como um dos principais requisitos a criança e/ou adolescentes está matriculado na escola (educação) para poder participar das atividades em um Núcleo de atividades (socioassistencial) projeto social. Além de ter ferramentas de verificação como o sistema para monitoramento da freqüência dos alunos beneficiados pelo Bolsa Família, programa do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS).

Objetivo

Para que?

Do ponto de vista técnico, a Assistência social é uma das três áreas em que se divide o Sistema de proteção Social Brasileiro.

A Constituição Federal institui um Sistema de Seguridade Social no país, composto pelas políticas de Assistência Social, Saúde e Previdência Social.

Seguridade social é o conjunto de ações e instrumentos por meio do qual se pretende alcançar uma sociedade livre, justa e solidária, erradicar a pobreza e a marginalização, reduzir as desigualdades sociais e promover o bem de todos.

Seguridade Social

No âmbito da Seguridade Social

A Seguridade Social brasileira estabelece as bases de um sistema de proteção social que se ancora sob duas vertentes: a proteção social contributiva (aquela que exige a contrapartida/pagamentoü dos rendimentos do trabalho assalariado para sua garantia, institucionalizada no Brasil pela Previdência Social) e, a proteção social não contributiva (que assegura suas proteçõesü específicas para todos os cidadãos que dela necessitem).

Diferenças identificadas

Assistência social é uma Política Pública

Segunda a Lei Orgânica da Assistência Social – LOAS (Lei nº 8.742, de 07/12/1993) em seu artigo primeiro diz que:

“A assistência social, direito do cidadão e dever do Estado, é Política de Seguridade Social não contributiva, que provê os mínimos sociais, realizada através de um conjunto integrado de ações de iniciativa pública e da sociedade, para garantir o atendimento às necessidades básicas.” (art. 1º)

A Constituição Federal de 1988 traz uma nova concepção para a Assistência Social brasileira. Incluída no âmbito da Seguridade Social e regulamentada pela Lei Orgânica da Assistência Social – LOAS em dezembro de 1993, como política social pública, a assistência social inicia seu trânsito para um campo novo: o campo dos direitos, da universalização dos acessos e da responsabilidade estatal.

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A Assistência social como políticas de proteção social configura-se como uma nova situação para o Brasil. Ela significa garantir a todos, que dela necessitam, e sem contribuição prévia a provisão dessa proteção.

Com uma visão social diferenciada e dando continuidade ao inaugurado pela Constituição Federal de 1988 e pela Lei orgânica da Assistência Social de 1993 houve uma ampliação dos direitos sociais antes restritos à população vinculada à previdência.

Na ação social o alcance seria de curto prazo, emergencial, pontual podendo ser de impacto individual e/ou coletivo. Já na Assistência Social a legislação própria, pois é uma política pública com impacto a curto, médio e longo prazo com objetivos de universalização da cidadania e combate as desigualdades sociais.

Percebeu a diferença?

E você, já fez parte de uma AÇÃO SOCIAL?

Que outras perguntas passam pela sua mente nesse momento sobre esse tema? Compartilhe!

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